Orgulho, Vaidade e Amor-Próprio
Porque devemos eliminar o amor-próprio de nossa psicologia interior sendo que amor-próprio significa amar a si mesmo, e existe um postulado que diz "... amar o próximo como a si mesmo"? Trataremos de esclarecer esta questão a seguir:
O degrau mais alto além da cultura intelectual, episteme, é a humildade.
Há muitos "sabichões" cheios de si mesmos, que tem apego a si mesmos por possuírem vasto conhecimento intelectual. Quando o elogiam, "como você é culto", gozam de prazer e expressam um sorriso muitas vezes involuntário. Quando o criticam, ou o ofendem, entristecem-se e blasfemam.
Quem possui o orgulho dentro de si, vive submetido a lei do pêndulo, oscilando de um lado a outro, hora está gozando de prazer hora está triste.
O profissional que não é reconhecido por seu esforço, entra em depressão. A mulher que recebe um elogio depois de se arrumar para uma festa, goza de prazer.
Nós, a maior parte da humanidade, não possuímos sabedoria integral nem um centro permanente de consciência por causa do amor-prório ou o amor inconsciente ao ego e a personalidade.
Quem cumpre com o decálogo bíblico conquista a humildade, porém para compreender o resumo do decálogo é necessário compreender a letra aleph do alfabeto hebraico, pois se levarmos ao pé da letra a frase "... amar o próximo como a si mesmo." nós vamos amar a si mesmo ou ter amor-próprio.
"Amar Deus sob todas as coisas e o próximo como a si mesmo." Isso ensinou o sábio mais exaltado que pisou neste planeta.
Neste resumo do decálogo bíblico, podemos ver em letra viva a expressão do exterior e do interior, esta frase nos remete a amar os princípios criadores que estão fora de nós, no macro-cosmos (Luz, Calor e Som ou Pai, Filho e Espírito Santo ou Brahma, Vishnu e Shiva ou Osiris, Isis e Horus ... conforme a cultura), amar os desdobramentos destes princípios que estão no próximo ou demais seres viventes e amar as si mesmo significa amar o Ser, o desdobramento da trindade dentro de nós mesmos, no micro-cosmos homem.
É necessário compreender que existe o amor consciente e o amor inconsciente. Amor é lei, porém amor consciente.
Devemos amar a si mesmo, como ensina o Rabi da Galiléia, porém este amor deve ser um amor consciente, ou seja, devemos amar o Ser e não o Ego.
O amor-próprio é um defeito psicológico que levamos dentro, é um amor inconsciente ao Ego e a personalidade.
Esta paixão que temos por nós mesmos, este amor-próprio, é a raiz do orgulho e da vaidade.
É necessário utilizar o bisturi da auto-crítica para discernir o amor-próprio.
Por exemplo: o orgulho é o capricho de possuir um carro antigo de colecionador para guardar em casa (tenho orgulho do meu carro), a vaidade é se mostrar andando por aí com um carro flamejante último modelo (sou vaidoso com meu carro).
Por exemplo: o orgulho é o capricho de possuir um carro antigo de colecionador para guardar em casa (tenho orgulho do meu carro), a vaidade é se mostrar andando por aí com um carro flamejante último modelo (sou vaidoso com meu carro).
Amor-próprio, Orgulho e Vaidade devem ser eliminados, assim como todos os outros defeitos que interiormente carregamos.
Eliminando o Orgulho, a Vaidade e o Amor-próprio, desabrocha em nós a virtude da Humildade.
Isso se faz mediante aos métodos científicos:
- Recordação de si (Sentir: quem sou? Onde estou? O que estou fazendo?),
- Auto-observação (Dividir-nos em 2: Observador e Observado),
- Meditação (Blue Time),
- E a super dinâmica sexual (transmutação alquímica).
Bibliografia: A Revolução da Dialética e Pistis Sophia Desvelada - Samael Aun Weor.
-- Veja também:
>> DIDÁTICA PARA DESENVOLVER O AMOR
LUMEN DE LUMINE - lumendelumine.org
GNOSIS BRASIL - www.gnosisbrasil.com
BIBLIOTECA - gnosisbrasil.com/livrosgnosticos/
INSTITUTO DA CARIDADE UNIVERSAL - fanpage do facebook
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Marcadores: Filosofia, Psicologia


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